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Hipertensão arterial

byDra. Natasha inNefrologia posted7 outubro, 2017
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Hipertensão arterial

Atualmente são 7.6 milhões de mortes em todo o mundo devido à hipertensão, sendo ela responsável por mais de 50% dos casos de AVC e 47% dos casos de infarto. Sua prevalência no Brasil e no mundo entre os adultos é de mais de 30%, sendo ainda maior entre os idosos, e, juntamente com diabetes, é a principal causa de doença renal crônica terminal no Brasil.

O que é hipertensão?

Mais conhecida como “pressão alta” está relacionada a pressão que o sangue aplica nas paredes das artérias. Os médicos usam dois valores para explicar como esta sua pressão: o valor mais alto é a pressão arterial sistólica (quando o coração se contrai) e o valor mais baixo é a pressão arterial diastólica (quando o coração relaxa).

 

A pressão arterial considerada ótima é 120 x 80, mas valores até 140 x 90 em adultos são considerados normais. Alguns protocolos mais recentes tem valores diferenciados da pressão ideal para pacientes idosos.

Conforme as paredes das artérias ficam menos elásticas o nível de pressão se eleva, aumentando assim o trabalho que o coração realiza para bombear o sangue. Quanto mais altos os níveis de pressão maior o risco para a saúde.

Quais são os fatores de risco?

  1. Idade acima de 65 anos
  2. Sobrepeso e obesidade
  3. Ingesta excessiva de sal
  4. Ingesta excessiva de álcool
  5. Sedentarismo
  6. Fatores genéticos
  7. Outros fatores de risco cardiovascular (doença arterial periférica, diabetes, doença renal crônica, colesterol elevado, tabagismo entre outros)

Quais são os sintomas?

A grande maioria dos pacientes hipertensos é ASSINTOMÁTICO, ou seja, não sente nada. Exceto em casos em que a pressão arterial esta extremamente elevada podem haver sintomas como cefaléia, dor no peito e falta de ar.

Mais de 90% dos pacientes tem o que chamamos de hipertensão essencial ou primária (sem causa específica). Apenas 3 a 5% dos hipertensos tem alguma doença que causa a hipertensão, especialmente pacientes jovens.

Quais são as consequências da pressão elevada?

São vários órgãos que sofrem danos pela hipertensão, citarei os principais e as consequências em cada um deles:

  1. Cérebro: AVC (acidente vascular cerebral), alteração da cognição
  2. Coração: Infarto, arritmias e insuficiência cardíaca
  3. Rins: Doença renal crônica
  4. Olhos: Doenças da retina
  5. Vasos: doença arterial periférica, aterosclerose (acúmulo de placas de gordura nas artérias) e doença coronariana (obstrução das artérias do coração)

Como é feito o diagnóstico?

O médico irá aferir sua pressão no consultório e algumas medidas devem ser tomadas para que esta medida seja correta: descanso de no mínimo 5 minutos, não ter ingerido alimentos, álcool ou fumado nos últimos 30 minutos, não ter praticado atividade física nos últimos 60 minutos e estar com a bexiga vazia. Exceto se sua pressão estiver muito elevada (> 180 x 110) o médico vai precisar de reavaliações para fechar o diagnóstico de hipertensão.  Conforme a orientação do seu médico você poderá realizar as medidas da sua pressão arterial em domicílio, desde que sejam tomados os mesmos cuidados orientados anteriormente e que o aparelho seja aprovado pelas sociedades de hipertensão e pelo Inmetro.

Como é feito o tratamento?

TODOS os pacientes hipertensos se beneficiam das chamadas medidas não medicamentosas, ou seja, melhora dos níveis de pressão e redução do risco de doenças cardiovasculares pela mudança no estilo de vida. Tais medidas incluem:

  1. Controle de peso
  2. Melhorar a dieta (rica em frutas, hortaliças e fibras e pobre em gorduras e carboidratos)
  3. Reduzir o consumo de sal
  4. Evitar ingesta excessiva de álcool
  5. Atividade física regular (se possível 30 minutos 3 a 5 vezes por semana)
  6. Cessar tabagismo
  7. Controle do estresse psicossocial

A decisão sobre o tratamento com medicamentos depende da avaliação do seu médico, conforme seus níveis de pressão e comprometimento de órgãos pela hipertensão. É possível que ele tente primeiramente somente as mudanças acima citadas. Sobre a escolha das medicações anti-hipertensivas o seu médico irá avaliar qual a melhor escolha para o seu caso. São inúmeras classes de medicações e o médico vai levar em conta suas características pessoais além das condições clínicas associadas.

É importante lembrar que mesmo que a pressão esteja controlada você NÃO deve parar as medicações, a não ser que seja uma orientação do seu médico assistente. Mantendo a pressão em níveis adequados, mesmo que através de medicamentos, é possível prevenir suas complicações.

Texto_ Dra. Natasha Constancio

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